Hoje
vou falar um pouco sobre um assunto polêmico que está circulando nas rodas de
conversas do pessoal que anda antenado nas notícias sobre a internet, e tudo
começa a uns vinte anos atrás com a chegada dessa tecnologia que mudou a forma
de se fazer comunicação, colaborando diretamente na globalização, a princípio
como tudo que é viciante é oferecido gratuitamente, depois de viciado se cobra
e cobra caro pelo prazer viciante, é exatamente o que está acontecendo com a
internet, segundo o professor Sérgio Amadeu que integra o Comitê Gestor da
Internet no Brasil (clique
aqui e saiba mais).
A
população hoje não vive mais sem a internet, o mercado não vive sem internet,
os meios de comunicação não vive sem internet, isso quer dizer que o mundo não consegue
mais viver sem internet e justamente essa necessidade digital também acabou
sendo criados vários problemas que não existe uma legislação que rege os crimes
virtuais, que vão desde roubo de senhas e transferências de valores até calúnia
e difamação, para que isso fosse regulamentado a sociedade civil e o poder
público juntos criaram o projeto de Lei nº 2.126/11, conhecido na imprensa como
Marco Civil da Internet. A matéria busca instituir princípios, garantias,
direitos e deveres para usuários, provedores de serviço e de conteúdo e demais
agentes envolvidos com o uso da Internet.
Na
data de hoje 25 março de 2014 segundo o Estadão foi aprovado na Câmara dos
Deputados após três anos em tramitação. O projeto teve o apoio da maioria dos
partidos da Casa, com exceção do PPS. O Projeto de Lei nº 2126/2011 foi
finalmente ao plenário após o governo obter o apoio da bancada do PMDB na
última semana. Agora, ele segue para o Senado Federal, que terá 45 dias para
votá-lo. O relator petista Alessandro Molon (RJ) se diz confiante em relação à
“outra Casa”, onde afirma ter ouvido “coisas positivas” de membros da oposição.
(saiba
mais).


